O mercado vai mudando numa velocidade que quase nenhum empresário está conseguindo acompanhar e a transformação digital veio para ficar em 2018. Mas você já parou para se perguntar e analisar se sua empresa está preparada para tudo isso?

Todos os mercados são afetados diariamente por esse movimento disruptivo global e uma pesquisa feita pela consultoria global Protviti no final de 2017 entrevistou um grupo com mais de 728 empresários, composto por líderes executivos de diversas regiões e setores de mercado do mundo. A conclusão de tudo está no relatório: “Perspectivas de Executivos para os Principais Riscos em 2018.”

A pesquisa, composta por 30 questões individuais, usando uma escala de zero a dez, sinalizou que em termos globais, 2018 será um ano menos conturbado que seus antecessores. Diferente de 2017, onde a incerteza rondava todo cenário político e econômico do mundo, 72% dos entrevistados desse ano afirmaram ter mais medo dos avanços de tecnologia e inovações disruptivas do que propriamente dos cenários políticos e econômicos do mundo.

“As ameaças relacionadas à segurança cibernética impulsionaram este medo. Tanto que se tornou um risco à parte neste ano, particularmente depois de ataques cibernéticos em grande escala, como o WannaCry”, completa Fernando Fleider, sócio-diretor da Protiviti Brasil.

A afirmação de Fleider, reflete-se no gráfico divulgado pelo jornal Folha de São Paulo, onde após uma pesquisa as empresas apontam seus principais medos:

Em paralelo aos avanços tecnológicos, os medos das empresas concentram-se nas catástrofes naturais, crescimento do mercado de ações, trocas de lideranças políticas, terrorismo, eleições na Europa e ameaças de conflitos nucleares.

Estamos em ano eleitoral no Brasil e em 2018 já tivemos diversos episódios de importantes lideranças presas, investigadas e novos escândalos sendo divulgados pela mídia.

Veja a lista dos 10 maiores riscos identificados para os negócios em 2018:

  1. A rápida velocidade das inovações disruptivas e novas tecnologias pode ultrapassar a capacidade das organizações de competir ou gerenciar o risco adequadamente, com mudanças significativas nos atuais modelos de negócios;
  2. A resistência à mudança poderá restringir a organização de realizar ajustes necessários no modelo de negócios das operações principais;
  3. A empresa não estará suficientemente preparada para gerenciar ameaças cibernéticas em grande escala, tais como WannaCry e Mega Ataque na Europa, ocorridos em 2017;
  4. As mudanças regulatórias e escrutínio do regulador podem aumentar;
  5. A cultura da organização não incentivará a identificação e o reporte das questões de risco;
  6. Os desafios relativos à capacidade de atrair e reter os principais talentos da companhia podem limitar o alcance de metas operacionais;
  7. Assegurar a boa gestão de privacidade e segurança da informação, bem como a proteção do sistema exigirão dos executivos recursos significativos;
  8. As condições econômicas nos mercados que atualmente atendemos podem restringir significativamente as oportunidades de crescimento;
  9. A incapacidade de utilizar a análise de dados importantes para alcançar inteligência de mercado e aumentar a produtividade e eficiência afetará a gestão das operações e os planos estratégicos;
  10. As companhias existentes não serão capazes de atender as expectativas de desempenho relacionadas à qualidade, tempo de mercado, custo e inovação, como também os concorrentes, especialmente os que nasceram de forma digital e com uma base de baixo custo para suas operações.

Bom, agora você já sabe que riscos cibernéticos são uma realidade e que você não deve se perguntar se será atingido por isso e sim, quando. Peça uma proposta da Travelers para seu corretor e se quiser conhecer melhor esse produto, clique aqui.